sábado, 17 de julho de 2010

Poema-Pó



Deitada em um chão escuro,
Com medos obscuros.
Tralmas vividos
Almas perdidas.
Razões quebradas
Vidas desorientadas.
Sonhar com a morte
Amanhecer inerte.
Sonhar com o amor
Para um dia perder
todo o amor,
misturado ao rancor.
Não ha céu,
Não ha terra
Abaixo de mim.
Vivo em um mundo solitário
Cheio de flores em pó
Onde a até mesmo a morte
Não reside
Onde que tudo que toco
Vira pó
Um lugar onde só eu fico
presa a uma solidão sem fim.

Geovana da Silva

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